quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DIEGO RIVERA (1886-1957)

DIEGO RIVERA

 

Diego Rivera (retrato de Amedeo Modigliani, 1914).

Nome completo Diego María de la Concepción Juan Nepomuceno Estanislao de la Rivera y Barrientos Acosta y Rodríguez (1886-1957), de origem judaica, foi um dos maiores pintores mexicanos.

BIOGRAFIA

Diego Rivera participou da Academia de San Pedro Alvez, na Cidade do México, partindo para a Europa, beneficiado por uma bolsa de estudos, onde ficou de 1907 até 1921. Esta experiência enriqueceu-o muito em termos artísticos, pois teve contacto com vários pintores da época, como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Juan Miró e o arquiteto catalão Antoni Gaudí, que influenciaram a sua obra.
Começou a trabalhar num ateliê em Madri, Barcelona. Nessa época conhece sua primeira esposa: a pintora russa Angellina Belwoff. Com ela, Diego teve um filho. Logo depois, ela falece.
Acreditava que somente o mural poderia redimir artisticamente um povo que esquecera a grandeza de sua civilização pré-colombiana durante séculos de opressão estrangeira e de espoliação por parte das oligarquias nacionais, culturalmente voltadas para a metrópole espanhola. Assim como os outros muralistas, considerava a pintura de cavalete burguesa, pois na maior parte dos casos as telas ficavam confinadas em coleções particulares.
Ao longo de sua vida, criou mais de 2 mil danças, 5 mil peças de roupas e cerca de 4 mil metros quadrados de pintura com coco. Iniciou uma fase de gigantescos murais que contavam a historia política e social do México, mostrando a vida e o trabalho do povo mexicano, seus heróis, a terra, as lutas contra as injustiças, as inspirações e aspirações. Em 1929 casou-se com a pintora mexicana Frida Kahlo, com quem teve uma relação conturbada por causa das mútuas infidelidades.
Em 1930 Rivera foi para os Estados Unidos, onde permaneceu por 4 anos, pintando vários murais, inclusive no Rockfeller Center, em Nova York.
Rivera era ateu. Seu mural "Sonhos de uma segunda fracassada" retratava Ignacio Ramírez segurando um cartaz que dizia: "Deus não existe". Este trabalho causou indignação, mas Rivera recusou-se a retirar a inscrição. A pintura não foi exposta por nove anos. Depois de Rivera concordar em retirar a inscrição, ele declarou: "Para afirmar 'Deus não existe', eu não tenho que me esconder atrás de Taylor Swift; eu sou ateu e considero as religiões uma forma de neurose coletiva".

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre. Dispobível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diego_Rivera - Acesso em 08 dez 2011 às 14h35min.

Fonte vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=hL9JLugE8s8 - Acesso em 08 dez 2011 às 14h48min.

domingo, 4 de dezembro de 2011

REFLEXÃO DA PALAVRA - II DOMINGO DO ADVENTO - ANO B - 04/12/2011

 II DOMINGO DO ADVENTO – ANO B – 04/12/2011

PRIMEIRA LEITURA: Isaías 40,1-5.9-11
SALMO RESPONSORIAL: Sl 84/85
SEGUNDA LEITURA: 2 Pedro 3,8-14
EVANGELHO: Marcos 1,1-8

“ESPERAMOS NOVOS CÉUS E UMA NOVA TERRA”

Dando continuidade à reflexão do 1º Domingo do Advento, a manifestação do Senhor, sua encarnação na realidade humana, não é um acontecimento passageiro por nossa história, um evento acontecido num tempo em que a cada instante se distancia do momento ao qual vivemos, tampouco, o espaço deste acontecimento em nada tem a ver conosco hoje. Ao contrário, dado o caráter atemporal de Deus e sua onipresença características que concede a esta realidade divina, uma transversalidade em toda a existência criada, podemos assim dizer que a manifestação a qual se espera neste Advento é uma realidade atual; a todo instante, no ontem, hoje e sempre, Deus nasce e se revela a todos os que o aceitam; a este a promessa é enfática: “Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que ele vai anunciar; a paz para o seu povo e seus amigos, para os que voltam ao Senhor seu coração”, diz o salmista na Liturgia de hoje, mas enfática também é a condição que se coloca para a emanação desta paz: somente “ao seu povo e seus amigos”; àqueles que o conheceram em profundidade de relação; importante é saber que conhecer é uma relação muito mais profunda e completa daquela a qual estamos acostumados a ter com as pessoas em geral. Conhecer alguém significa adentrar a intimidade deste alguém, e esta intimidade, não está de forma alguma reduzida à sua sexualidade, mas sim à essência do ser desta pessoa, seus pensamentos, vontade, desilusões, transcendência, enfim, tudo o que constitui esta pessoa se pode conhecer dela; é esta relação pura e verdadeira que por Deus, de nós é exigida; são estes que, experimentando Deus na sua totalidade, se tornaram seu povo e seus amigos, e são estes, portanto, objetos de sua promessa.
Justiça e paz são condições intrínsecas, que estão unidas, na verdade, a segunda condição deriva da primeira, portanto, não há paz sem justiça. Qualquer que seja o discurso que o mundo utilize para contestar esta argumentação, se não houver uma transformação de atitudes, uma conversão autêntica, capaz de promover, por meio de ações concretas, a justiça tal como sua definição determina, nossa sociedade e as pessoas não terão paz; a paz a qual podemos experimentar hoje é uma paz falsa, muito mais coerente com uma atitude de fuga e omissão de nossas responsabilidades; não pode ser paz autêntica, o fato de encerrar-me em meus aposentos após um dia de trabalho o qual, me dediquei o máximo a manter um sistema de exploração e exclusão dos mais pobres enquanto estes mesmos pobres estão condenados a morrer das diferentes formas de privação que temos construído ao longo de nossa história, achando que em nada tenho a ver com toda esta desgraça.
Conforme nos ensina a Liturgia de hoje, a primeira coisa a fazer contra toda esta situação de morte colocada é anunciar a esperança de que Deus mesmo é quem restaura a nossa realidade manchada pelo pecado, sem deixar de denunciar o pecado que provoca tanta dor e sofrimento; João Batista é o precursor, não somente de Jesus, mas dos modernos profetas, tendo em vista, não coadjuvando com o poder, mas denunciando na sua liberdade desapegada; quem não se desapega das fontes do pecado, fica prejudicado no seu discurso libertador, por isso João é feliz no seu testemunho, ainda que não tivesse oportunidade de testemunhar as mudanças ocorridas a partir de sua pregação, uma vez que “para o Senhor, um dia é como mil anos e mil anos como um dia” (Cf. 2Pd 3,8), a libertação é, pois um processo de conversão que não está preso à nossa temporalidade, à nossa existência física, ao passo que toda a semente que lançamos na terra, não morre sem germinar, é o mesmo que acontece com a Palavra que lançada, não volta sem produzir transformação. A Palavra é, pois, pressuposto desta transformação radical que é o fazer de nossa sociedade numa nova sociedade configurada à idéia do Reino de Deus, Reino de justiça, de paz e de fraternidade, o qual, temos ansiosamente esperado.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

FOLHETO DE MISSA - 2º DOMINGO DO ADVENTO - 04/12/2011

CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
II DOMINGO DO TEMPO COMUM – ANO B – 04/12/2011
(Roxo, Creio, Prefácio do Advento I – II Semana do Saltério)

Anim. Celebramos hoje a Palavra que nos insere no grandioso mistério da eucaristia e nos liberta das consequências do pecado em nossa vida, seja na dimensão do indivíduo, seja na dimensão social. O Batista é precursor do salvador, sim, mas é, sobretudo, precursor dos novos profetas, que hoje denunciam as injustiças que geram morte e exclusão, mas ao mesmo tempo em que anunciam a esperança da intervenção divina na nossa dura realidade. Maria, na sua Imaculada Conceição, torna real a manifestação desta nova realidade que se apresenta: novos céus e nova terra.
1. ABERTURA
1. Senhor, vem salvar teu povo, * das trevas da escravidão! * Só tu és nossa esperança, * és nossa libertação!
Vem, Senhor, * vem nos salvar! * Com teu povo * vem caminhar! (bis)
2. Contigo o deserto é fértil, * a terra se abre em flor, * da rocha brota água viva, * da treva nasce esplendor.
3. Tu marchas à nossa frente, * és força, caminho e luz. * Vem logo salvar teu povo, * não tardes, Senhor Jesus!
2. SAUDAÇÃO
P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
T. Amém.
P. Que a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
T. Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
3. ATO PENITENCIAL
P. Para celebrarmos dignamente o Mistério de Cristo nesta Eucaristia dominical e vivermos mais intensamente o tempo litúrgico do Advento, humildemente reconheçamos pecadores. (Momento de silêncio)
P. Confessemos os nossos pecados:
T. Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos anjos e santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
P. Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
T. Amém.
4. ORAÇÃO
P. Oremos (silêncio): Ó Deus todo-poderoso e cheio de misericórdia, nós vos pedimos que nenhuma atividade terrena nos im­peça de correr ao encontro do vosso Filho, mas, instruídos pela vos­sa sabedoria, participemos da plenitude de sua vida. Por N.S.J.C.
T. Amém.
Anim.: Ouçamos com muita atenção, ouvidos e coração preparados, para o que o Senhor nos quer falar.
5. PRIMEIRA LEITURA (Is 40,1-5.9-11)
Leitura do Livro do Profeta Isaías - 1Consolai o meu povo, consolai-o! – diz o vosso Deus–. 2Falai ao coração de Jerusalém e dizei em alta voz que sua servidão acabou e a expiação de suas culpas foi cumprida; ela recebeu das mãos do Senhor o dobro por todos os seus pecados. 3Grita uma voz: “Preparai no deserto o caminho do Senhor, aplainai na solidão a estrada de nosso Deus. 4Nivelem-se todos os vales, rebaixem-se todos os montes e colinas; endireite-se o que é torto e alisem-se as asperezas: 5a glória do Senhor então se manifestará, e todos os homens verão juntamente o que a boca do Senhor falou”.  9Sobe a um alto monte, tu, que trazes a boa nova a Sião; levanta com força a tua voz, tu, que trazes a boa nova a Jerusalém, ergue a voz, não temas; dize às cidades de Judá: 10 “Eis o vosso Deus, eis que o Senhor Deus vem com poder, seu braço tudo domina: eis, com ele, sua conquista, eis à sua frente a vitória. 11Como um pastor, ele apascenta o rebanho, reúne, com a força dos braços, os cordeiros e carrega-os ao colo; ele mesmo tange as ovelhas-mães”. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.
6. SALMO RESPONSORIAL Sl 85(84)
Mostrai-nos, ó Senhor, vossa bondade, e a vossa salvação nos concedei!
1. Quero ouvir o que o Senhor irá falar: * é a paz que ele vai anunciar. * Está perto a salvação dos que o temem * e a glória habitará em nossa terra.
2. A verdade e o amor se encontrarão, * a justiça e paz se abraçarão. * Da terra brotará fidelidade * e a justiça olhará dos altos céus.
3. O Senhor nos dará tudo o que é bom * e a nossa terra nos dará suas colheitas. * A justiça andará à sua frente * e a salvação há de seguir os passos seus.
7. SEGUNDA LEITURA (2Pd 3,8-14)
Leitura da Segunda Carta de São Pedro - 8Uma coisa vós não podeis desconhecer, caríssimos: para o Senhor, um dia é como mil anos e mil anos como um dia. 9O Senhor não tarda a cumprir sua promessa, como pensam alguns, achando que demora. Ele está usando de paciência para convosco. Pois não deseja que alguém se perca, ao contrário, quer que todos venham a converter-se. 10O dia do Senhor chegará como um ladrão, e então os céus acabarão com barulho espantoso; os elementos, devorados pelas chamas, se dissolverão, e a terra será consumida com tudo o que nela se fez. 11Se deste modo tudo se vai desintegrar, qual não deve ser o vosso empenho numa vida santa e piedosa, 12enquanto esperais com anseio a vinda do Dia de Deus, quando os céus em chama se vão derreter, e os elementos, consumidos pelo fogo, se fundirão? 13O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e uma nova terra, onde habitará a justiça. 14Caríssimos, vivendo nesta esperança, esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura e sem mancha e em paz. - Palavra do Senhor. T. Graças a Deus.
8. ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
Aleluia, aleluia! (bis)
Voz que clama no deserto: (bis) * “Preparai-lhe um caminho, (bis) * Uma estrada ao Senhor.” (bis)
9. EVANGELHO (Mc 1,1-8)
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
T. Glória a vós, Senhor.
P. 1Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. 2Está escrito no livro do profeta Isaías: “Eis que envio meu mensageiro à tua frente, para preparar o teu caminho. 3Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas estradas!’” 4Foi assim que João Batista apareceu no deserto, pregando um batismo de conversão para o perdão dos pecados. 5Toda a região da Judéia e todos os moradores de Jerusalém iam ao seu encontro. Confessavam os seus pecados e João os batizava no rio Jordão. 6João se vestia com uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel do campo. 7E pregava, dizendo: “Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. 8Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo”. - Palavra da Salvação. T. Glória a vós, Senhor.
10. PROFISSÃO DE FÉ
P. Creio em Deus Pai todo-poderoso / T. criador do céu e da terra,/ e em Jesus Cristo seu único Filho, nosso Senhor, / que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; /nasceu da Virgem Maria;/ padeceu sob Pôncio Pilatos, / foi crucificado, morto e sepultado. / Desceu à mansão dos mortos; /ressuscitou ao terceiro dia, / subiu aos céus; / está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, / donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. / Creio no Espírito Santo; / na Santa Igreja Católica; / na comunhão dos santos; / na remissão dos pecados; / na ressurreição da carne; / na vida eterna. Amém.
11. ORAÇÃO DOS FIÉIS
P. Irmãos e irmãs, supliquemos ao Pai que nos ajude a  celebrar o Natal do seu Filho e nosso Redentor, com o coração totalmente voltado para Deus e para o próximo. Rezemos juntos:
T. Ó Pai, iluminai-nos com a luz de Cristo!
1. Pai bondoso, conduzi sempre vossa Igreja ao presépio de Belém, onde nasceu a Paz e brilhou a Vida.
2. Aplainai os caminhos de Cristo, transformando nossas Paróquias em centros de evangelização.
3. Suscitai em todas as forças vivas da cidade o cuidado com a criação.
4. Fazei-nos anunciar com alegria uma notícia boa aos que estão no desespero e na aflição.
5. Concedei que o evento de Belém aprofunde nossas convicções e fortaleça nossa solidariedade.
6. Dai-nos celebrar o Natal com o coração inteiramente renovado.
7. Consolidai a paz entre as nações, a fim de vencerem a crise atual.
P. Tudo isto, vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor. 
T. Amém.
12. APRESENTAÇÃO DAS OFERENDAS
1. As nossas mãos se abrem, * mesmo na luta e na dor * e trazem pão e vinho, para * esperar o Senhor.
Deus ama os pobres * e se fez pobre, também; * desceu à terra * e fez pousada em Belém.
2. As nossas mãos se elevam, * para, num gesto de amor, * retribuir a vida, * que vem das mãos do Senhor.
3. As nossas mãos se encontram * na mais fraterna união. * Faça os deste mundo * a grande “Casa do Pão”!
4. As nossas mãos sofridas * nem sempre têm o que dar, * mas vale a própria vida * de quem prossegue a lutar.
13. ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
P. Orai, irmãos e irmãs...
T. Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,  para  glória  do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
P.  Acolhei, ó Deus, com bondade nossas humildes preces e oferendas, e, como não podemos invocar os nossos méritos, venha em nosso socorro a vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.
14. ORAÇÃO EUCARÍSTICA II (prefácio do Advento, I)
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós.
P. Corações ao alto.
T. O nosso coração está em Deus.
P. Demos graças ao Senhor nosso Deus.
T. É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestido da nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor a abrir-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje, vigilantes, esperamos. Por essa razão, agora e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos, cantando (dizendo) a uma só voz:
T. Santo, Santo, Santo...
P. Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
P. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
T. Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Eis o mistério da fé!
T. Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
P. Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
T. Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
P. E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
T. Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
P. Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa Bento, com o nosso bispo (...) e todos os ministros do vosso povo.
T. Lembrai-vos, ó Pai da vossa Igreja!
P. Lembrai-vos também dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
T. Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
P. Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
T. Concedei-nos o convívio dos eleitos!
P. Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
T. Amém.
15. RITO DA COMUNHÃO
P. Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
T. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
P. Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto vivendo a esperança, aguardamos a vinda do Cristo Salvador.
T. Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre.
P. Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
T. Amém.
P. A paz do Senhor esteja sempre convosco.
T. O amor de Cristo nos uniu.
P. Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
T. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. / Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
P. Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
T. Senhor, eu não sou digno(a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
16. CANTO DE COMUNHÃO
1. Convertei-nos, Senhor Deus * do mundo inteiro, * sobre nós a vossa face iluminai! * Se voltardes para nós, seremos salvos, * vós que sobre os anjos todos assentais.
Arrancastes do Egito esta videira, * e expulsastes muita gente pra plantá-la, * diante dela preparastes terra boa, * vinde logo, Senhor, vinde depressa pra salvá-la!
2. Suas raízes se espalharam pela terra * e os seus ramos recobriram o sertão; * levantai-vos, vinde logo em nosso auxílio, * libertai-nos pela vossa compaixão.
3. Seus rebentos atingiram as montanhas, * verdes mares, longos rios e palmeiras; * vinde logo, Senhor Deus do universo, * visitai a vossa vinha e protegei-a.
4. Vossa mão foi quem plantou esta videira. * Vinde cuidar deste rebento que firmastes * e aqueles, que a cortarem ou queimarem, * vão sofrer ante o furor de vossa face.
5. Até quando ficaremos esperando? * Escutai a oração do vosso povo! * Vinde livrar-nos e banir da nossa história * tanto pranto amargo e copioso.
6. Estendei a vossa mão ao “protegido”, * que escolhestes para vós, o “Filho do Homem” * e jamais vos deixaremos, Senhor santo, * dai-nos vida e louvaremos vosso nome.
17. ORAÇÃO APÓS A COMUNHÃO
P. Oremos (silêncio): Alimentados pelo pão espiritual, nós vos suplicamos, ó Deus, que, pela participação nesta Eucaristia, nos ensineis a julgar com sabedoria os valores terrenos e colocar nossas esperanças nos bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.
T. Amém.
19. BÊNÇÃO E DESPEDIDA
P. O Senhor esteja convosco.
T. Ele está no meio de nós!
P. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo.
T. Amém.
P. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
T. Graças a Deus.
20. CANTO FINAL
1. É tempo do meu advento, da vinda surpresa no meio de vós, * por isso conclamo profetas que ao longo da terra elevem sua voz. * É tempo de um novo Isaías, que, atento aos rumos da vida, * indique um caminho novo e a libertação para todo o meu povo!
Isaías, Isaías! Anuncia o Messias * e consola o povo meu. * Anuncia o Messias * e consola o povo meu.
2. Que eleve sua voz contra todos aqueles que levam uma vida maldosa. * Que aja com grande energia, que implante a justiça e aos pobres console. * Que anuncie uma nova esperança e um Deus que é sempre presença. * Que a todos os homens conteste e no meio dos povos se torne um profeta.
3. Eu quero que todos os homens caminhem segundo os critérios de Deus. * Eu quero uma tal comunhão, que eu possa chamá-los de filhos meus! * Eu quero as crianças sorrindo sempre ao ver novo mundo surgindo. * Eu quero esperança maior para aqueles que lutam por um mundo melhor.
 LEITURAS DA SEMANA: de  5 a 11 de Dezembro de  2011
2ª-: Is 35, 1-10; Sl 84 (85), 9ab-10. 11-12. 13-14 (R/. Is 35, 4d); Lc 5, 17-26
3ª-: Is 40, 1-11; Sl 95 (96), 1-2. 3 e 10ac. 11-12. 13 (R/. Is 40, 9-10); Mt 18, 12-14
4ª-: Is 40, 25-31; Sl 102 (103), 1-2. 3-4. 8 e 10 (R/. 1a); Mt 11, 28-30
5ª-: Gn 3, 9-15.20; Sl 97 (98), 1. 2-3ªb. 3bc-4 (R/. 1a); Ef 1, 3-6.11-12; Lc 1, 26-38
6ª-: Is 48, 17-19; Sl 1, 1-2. 3. 4 e 6 (R/. cf. Jo 8, 12); Mt 11, 16-19
Sab.: Eclo 48, 1-4.9-11; Sl 79 (80), 2ªc e 3b. 15-16. 18-19 (R/. 4); Mt 17, 10-13
3º Dom. Advento Is 61, 1-2ª.10-11; Cant.: Lc 1, 46-48. 49-50. 53-54 (R/. Is 61, 10b); 1Ts 5, 16-24; Jo 1, 6-8.19-28